segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Coco Chanel a estilista que era espiã nazista, será verdade?


O livro "Sleeping with the Enemy: Coco Chanel's Secret War" (Dormindo com o Inimigo: a Guerra Secreta de Coco Chanel, numa tradução livre) do jornalista Hal Vaughan afirma ter juntado todas as peças do quebra-cabeça sobre os rumores nunca verificados do passado nazista da estilista e ícone fashion.



“Coco Chanel tornou-se parte da operação de inteligência alemã; como e porque foi alistada em missões de espionagem; como escapou da prisão na França depois da guerra, apesar do conhecimento de suas atividades”, as respostas para essas perguntas estão no livro, afirma à editora Knoff em comunicado.


Entre as revelações do livro estão incluídas documentação com o número de agente nazista de Chanel, uma missão que realizou na Espanha, em troca da libertação de um sobrinho detido e sua relação com líderes do nazismo, como Hermann Goering e Joseph Goebbels, provas sobre as ações de Chanel para encobrir outros espiões nazistas e uma tentativa de apropriar-se de bens de seus sócios judeus.



Hal Vaughan descreve em detalhes a relação de Chanel com o barão Hans Gunther von Dincklage, um oficial alemão dos serviços secretos, mencionada em outras biografias da estilista, mas cuja verdadeira influência é apresentada pela primeira vez.


A biografia explosiva da estilista francesa que teria sido espiã nazista durante a Segunda Guerra Mundial e conseguiu escapar da prisão e morte será lançada nesta terça-feira, nos Estados Unidos.



Coco Chanel (1883-1971) era uma órfã pobre e transformou-se numa das grandes estilistas do século XX, sendo admirada e respeitada por suas atitudes e criações.

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